Revista GESTO: Revista de Gestão Estratégica de Organizações https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto <p>A Revista GESTO: Revista de Gestão Estratégica de Organizações, editada pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI, Campus de Santo Ângelo/RS – é um periódico técnico-científico semestral da área de Administração, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Organizações (PPGGEO).</p> Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões pt-BR Revista GESTO: Revista de Gestão Estratégica de Organizações 2358-0216 UM DIÁLOGO SOBRE O COOPERATIVISMO FAMILIAR GAÚCHO E OS DESAFIOS PARA A PARTICIPAÇÃO DA JUVENTUDE https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2443 <p>O objetivo deste artigo é analisar a participação da juventude nas cooperativas agropecuárias da agricultura familiar no estado do Rio Grande do Sul, destacando a importância dos/as jovens como líderes na representação do cooperativismo. Em termos metodológicos esta pesquisa é caracterizada como exploratória, de caráter quali-quantitativa. Os dados apresentados neste artigo foram coletados em parceria com o projeto de pesquisa “Cooperativismo e diversidade: uma análise exploratória do perfil racial, geracional e de gênero no ramo agropecuário” financiado pelo CNPq/SESCOOP N° 11/2022. Para contribuir com os dados apresentados neste artigo, foi realizada uma pesquisa com o órgão de representação do cooperativismo do estado do Rio Grande do Sul, na qual houve a contribuição da&nbsp;União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (UNICAFES-RS), e um estudo quantitativo baseado nos dados do Censo Agropecuário de 2017 (IBGE, 2019) que caracterizam a juventude da agricultura familiar do estado analisado. Os dados da pesquisa demonstraram que a presença de jovens e mulheres nas cooperativas agropecuárias familiares gaúcha é bastante reduzida, principalmente nos conselhos de administração. Diante dos achados na pesquisa, fica evidente que as cooperativas devem criar estratégias para inserir os/as jovens e mulheres e formar lideranças jovens nas comunidades rurais, a fim de assegurar a sucessão, tanto nos estabelecimentos familiares, como nas próprias cooperativas e, de maneira positiva contribuir, com o desenvolvimento do cooperativismo familiar no meio rural.</p> Vinícius de Jesus Ferreira Vitor Kochhann Reisdorfer Daiane Loreto de Vargas Eliene Gomes dos Anjos Copyright (c) 2026 Vinícius de Jesus Ferreira, Vitor Kochhann Reisdorfer, Daiane Loreto de Vargas, Eliene Gomes dos Anjos https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2025-12-22 2025-12-22 14 1 1 19 10.31512/gesto.v14i1.2443 DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DE CUSTOS EM MUNICÍPIOS DA REGIÃO INTERMEDIÁRIA DO RIO GRANDE DO SUL https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2444 <p>Este artigo diagnostica a gestão de custos em doze prefeituras do Rio Grande do Sul, distribuídas nas regiões intermediárias de Santa Cruz do Sul, Passo Fundo e Porto Alegre. A pesquisa combinou análise bibliométrica (Scopus e Web of Science, tratadas com Bibliometrix/Biblioshiny) e investigação quali-descritiva por meio de questionário estruturado aplicado aos municípios. Os resultados revelam caráter majoritariamente incipiente da gestão de custos municipal: ausência de metodologias formais de custeio, inexistência de sistemas informatizados dedicados e carência de servidores especificamente capacitados. Observam-se práticas pontuais e informais (uso de planilhas Excel ou controles manuais) e limitada aplicação prática do conhecimento teórico existente. Identificam-se barreiras estruturais — falta de planejamento, infraestrutura e vontade política — que impedem a institucionalização de sistemas de custo. O trabalho defende a necessidade de capacitação técnica, investimento em ferramentas de controle gerencial e ações de sensibilização de gestores, propondo a criação de uma “Região de Estudo da Gestão de Custos Municipais no RS” como núcleo para pesquisas continuadas e formulação de políticas públicas destinadas a fortalecer a governança fiscal e a transparência municipal.</p> Lavinia Lopes de Mello Maria Angélica Silva Fernando B. B. da Fontoura Copyright (c) 2026 Lavinia Lopes de Mello, Maria Angélica Silva, Fernando B. B. da Fontoura https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2025-12-22 2025-12-22 14 1 21 32 10.31512/gesto.v14i1.2444 EFEITOS DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO E DA GOVERNANÇA CORPORATIVA NO RISCO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2445 <p>O estudo objetivou analisar se planejamento tributário influencia no risco das empresas brasileiras de capital aberto, considerando níveis de governança corporativa da BM&amp;F Bovespa, no período de 2010 a 2018. No estudo replica-se a pesquisa feita por Qoos e Kappel (2017), tendo como amostra, todas as empresas ativas e inativas que fazem parte do banco de dados da Economática®. A realização dessa pesquisa tem como medida de risco a volatilidade, além das variáveis necessárias para identificação do planejamento tributário e o efeito da governança corporativa. A instrumentalização da pesquisa, para analisar o efeito atenuante da governança corporativa sobre a relação entre planejamento tributário e risco de mercado, demandou um teste empírico e a separação das empresas em grupos com alta e baixa governança corporativa. Os principais resultados apontam que planejamento tributário apresenta sensibilidade positiva em relação ao risco de mercado das empresas, confirmando assim, a primeira hipótese de que quanto mais agressivo for o planejamento tributário, mais impacta positivamente o risco de mercado das empresas. Em contrapartida, os resultados com as empresas em algum ou nenhum nível de governança corporativa, atenuam a relação com o risco de mercado, aceitando as hipóteses H2 e H3, de que quanto maior for o nível de governança corporativa menor é a relação com o risco de mercado, ou vise versa. Neste sentido os resultados apresentados instigam a continuidade do estudo, dessas relações, executado pela presença das melhores práticas de governança corporativa, sugerindo-se ratificar a amostra por tamanho, ranqueando entre as maiores e menores empresas.</p> Rodrigo da Silveira Kappel Flávio Régio Brambilla Ricardo André Machado Delaci Patriz dos Santos Copyright (c) 2026 Rodrigo da Silveira Kappel, Flávio Régio Brambilla, Ricardo André Machado, Delaci Patriz dos Santos https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2025-12-22 2025-12-22 14 1 33 47 10.31512/gesto.v14i1.2445 GESTÃO DO CONHECIMENTO COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DIANTE DA REFORMA TRIBUTÁRIA BRASILEIRA https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2446 <p>A Reforma Tributária no Brasil é uma das transformações mais significativas no sistema fiscal nos últimos anos, afetando diretamente as micro e pequenas empresas (MPEs), que são a maioria no cenário empresarial do país. Essas entidades, essenciais na geração de empregos e o desenvolvimento econômico, enfrentam barreiras estruturais e financeiras que dificultam sua adaptação às novas normas legais. A Gestão do Conhecimento (GC) desponta como uma ferramenta estratégica que pode ajudar as MPEs a entender e implementar as alterações fiscais. A GC, que abrange um conjunto de ações voltadas para a criação, organização, compartilhamento e aplicação do conhecimento institucional, pode ajudar a mitigar riscos de não conformidade, aprimorar a eficiência administrativa e aumentar a competitividade das empresas. Este estudo tem como objetivo investigar de que maneira a GC pode auxiliar as MPEs na adaptação às mudanças decorrentes da Reforma Tributária. Para isso, são analisados os principais efeitos da reforma, os princípios da GC, os desafios que as pequenas empresas enfrentam durante o processo de adequação e as maneiras pelas quais a GC pode ser utilizada como suporte estratégico. A pesquisa, de caráter qualitativo e bibliográfico, busca evidenciar que práticas de GC, mapear os processos, a capacitação contínua, a utilização de tecnologias de informação e a troca de boas práticas, são recursos viáveis para as MPEs, mesmo com limitações financeiras. Por fim a articulação entre GC e conformidade tributária pode não apenas oferecer soluções para os desafios imediatos da Reforma, mas também abrir caminho para a sustentabilidade e inovação a longo prazo.</p> Carlos Raí Machado Bernardo Both Bruna Silva de Arruda Neusa Maria Gonçalves Salla Copyright (c) 2026 Carlos Raí Machado, Bernardo Both, Bruna Silva de Arruda , Neusa Maria Gonçalves Salla https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2025-12-22 2025-12-22 14 1 49 63 10.31512/gesto.v14i1.2446 AUTOMATIZAÇÃO INTELIGENTE DE DOCUMENTAÇÃO DE SOFTWARE COM LLMS https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2447 <p>Este trabalho apresenta a construção de um modelo experimental de chatbot com Large Language Model (LLM) destinado a automatizar a gestão de documentação técnica para equipes de desenvolvimento de software. A pesquisa aborda o problema crônico da documentação desatualizada e da falta de padronização, problemas que, embora técnicos, constituem desafios de gestão do conhecimento e de riscos operacionais. O trabalho foi concebido utilizando o framework LangChain e um modelo local (on-premise) via Ollama, uma decisão estratégica que visa garantir a privacidade e o controle sobre os dados sensíveis da organização. A metodologia evoluiu de abordagens simples de engenharia de prompt para um robusto pipeline de processamento em duas camadas, o que permitiu uma classificação precisa das intenções do usuário e a execução de tarefas complexas. Os resultados demonstram a viabilidade técnica da solução, aprimorando a precisão das respostas e a fidelidade ao conteúdo da base de conhecimento, ao mesmo tempo em que aprimora a padronização dos processos. Conclui-se que a automação da documentação técnica por meio de LLMs é uma estratégia promissora para otimizar a produtividade e mitigar a dependência de conhecimento individual, contribuindo diretamente para os objetivos de inovação, transformação e inteligência estratégica no contexto de gestão contemporânea.</p> Francis Rubi Rotilli Denilson Rodrigues da Silva Copyright (c) 2026 Francis Rubi Rotilli, Denilson Rodrigues da Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2025-12-22 2025-12-22 14 1 65 76 10.31512/gesto.v14i1.2447 PRECIFICAÇÃO BASEADA EM CUSTOS: UMA ABORDAGEM NA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2448 <p>A contabilidade assume um papel fundamental nas organizações, e dentre os diversos campos de atuação, encontra-se a contabilidade e gestão de custos, sendo uma área que trata da análise e controle dos custos envolvidos na produção, podendo este último, ser classificado em custos diretos e indiretos, fixos e variáveis. Dessa forma, o objetivo do estudo consiste em desenvolver um sistema de custos e análise de preços com os respectivos indicadores relevantes ao gerenciamento de uma indústria alimentícia. Para isso, contou com a pesquisa descritiva, qualitativa e estudo de caso como metodologia, com a coleta de dados por meio de visitas in loco, observação e entrevistas não estruturadas. A partir da aplicação em uma indústria do ramo alimentício, foram calculados todos os custos e despesas envolvidos na produção de cucas e geleias, para elaborar um preço de venda ideal a empresa. Constatou-se que a contabilidade e a gestão de custos são fundamentais para a tomada de decisão pelos gestores, por evidenciar onde encontram-se os pontos de atenção da empresa, permitindo assim, que sejam tomadas providências mais assertivas e eficientes para gerenciar esses problemas e aumentar a rentabilidade das organizações. Conclui-se que a implementação de um sistema de gestão de custos eficiente é fundamental para o aprimoramento da gestão financeira e para a definição de preços de venda adequados, garantindo, assim, a competitividade e a rentabilidade da indústria alimentícia estudada.</p> Euselia Paveglio Vieira Daiane Casarotto Rutz Patricia Luiza Schuh Gustavo Ramos Pavão Copyright (c) 2026 Euselia Paveglio Vieira, Daiane Casarotto Rutz, Patricia Luiza Schuh, Gustavo Ramos Pavão https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2025-12-22 2025-12-22 14 1 77 98 10.31512/gesto.v14i1.2448 RH ESTRATÉGICO: A EVOLUÇÃO DO RH ENTRO DO UNIVERSO CORPORATIVO https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2449 <p>A evolução do setor de Recursos Humanos (RH) no contexto organizacional, enfatiza a transição do modelo operacional, centrado em rotinas administrativas, para um RH estratégico, orientado por dados e integrado ao planejamento estratégico corporativo. Com base em uma revisão bibliográfica qualitativa, analisaram-se as contribuições da teoria da contingência, os impactos da tecnologia da informação e das práticas de utilizados pelo indicador people analytics, além das especificidades da implantação do RH em Pequenas e Médias Empresas. São explorados modelos teóricos clássicos e contemporâneos, como as quatro faces do RH propostas por Tanure, Evans e Cançado (2010), e evidências empíricas sobre a relação entre práticas de gestão de pessoas e desempenho organizacional (TRINDADE, 2022). Argumenta-se que a profissionalização do RH em Pequenas e Médias Empresas, mesmo em estruturas enxutas, pode reduzir riscos, padronizar rotinas e sustentar o crescimento. O artigo apresenta cinco estágios para implantação da função estratégica, destacando entregáveis, papéis e indicadores em cada fase. Assim, podemos dizer que a efetividade do RH estratégico depende do alinhamento entre estratégia, cultura, liderança e infraestrutura tecnológica, bem como de uma governança ética do uso de dados.</p> Lucas Baldissera Francino Ana Rita Catelan Callegaro Copyright (c) 2026 Lucas Baldissera Francino, Ana Rita Catelan Callegaro https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2025-12-22 2025-12-22 14 1 99 106 10.31512/gesto.v14i1.2449 A URGÊNCIA DA REESTRUTURAÇÃO DAS CARREIRAS DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA MUNICIPAL FRENTE À REFORMA TRIBUTÁRIA https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2422 <p>A Emenda Constitucional nº 132/2023 inaugura uma nova era para a tributação brasileira, estabelecendo mudanças profundas que impactam diretamente os municípios (BRASIL, 2023). A extinção do ISS e sua substituição pelo IBS, gerido pelo Comitê Gestor do IBS (CGIBS), representa um dos maiores desafios enfrentados pelas administrações tributárias municipais nas últimas décadas. Este estudo analisa os impactos da Reforma Tributária nas carreiras fiscais municipais, identificando a urgente necessidade de reestruturação para enfrentar as novas demandas de competências técnicas, tecnológicas e de governança colaborativa. A metodologia baseia-se em pesquisa bibliográfica e análise de documentos técnicos, incluindo orientações da FENAFIM e CNM. A pesquisa evidencia que a inação na modernização das carreiras fiscais pode resultar em perdas significativas de arrecadação, comprometimento da autonomia municipal e incapacidade de influenciar decisões cruciais no CGIBS. O período de transição de 2026 a 2033 exigirá operação simultânea de dois sistemas tributários distintos, demandando fiscais capacitados para atuar tanto no ISS remanescente quanto no novo IBS. O novo paradigma exige domínio de legislação complexa, ferramentas de análise de dados, sistemas integrados e habilidades de negociação para atuação em ambiente de governança multinível. Por outro lado, a reforma apresenta-se como oportunidade única para modernizar estruturas administrativas, valorizar profissionais e construir administrações tributárias mais eficientes, transparentes e equitativas. Os resultados apontam quatro pilares estratégicos essenciais: capacitação continuada, adoção tecnológica, desenvolvimento de carreira e remuneração adequada. A cooperação intermunicipal emerge como estratégia fundamental para enfrentar coletivamente os desafios impostos pela centralização de competências no CGIBS.</p> Mário Lioli Pacheco Copyright (c) 2026 Mário Lioli Pacheco https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-04-02 2026-04-02 14 1 107 119 10.31512/gesto.v14i1.2422 AS PERCEPÇÕES DO CONTADOR SOBRE A VIABILIDADE DA CONSTITUIÇÃO DE HOLDING PARA PRODUTOR RURAL https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2379 <p>O agronegócio enfrenta desafios no que se refere à sucessão familiar, pois poucas empresas rurais conseguem manter até a terceira geração. Nesse cenário, a Contabilidade Rural destaca-se como instrumento essencial para apoiar o processo sucessório, ao oferecer informações relevantes e precisas para a tomada de decisões. De forma complementar, a constituição de <em>holdings</em> surge como alternativa que favorece a continuidade e a sustentabilidade dos empreendimentos. Diante disso, o presente estudo tem como objetivo geral analisar a percepção do contador de uma propriedade rural quanto à constituição de uma <em>holding</em>. No que se refere à metodologia, a pesquisa classifica-se como aplicada, qualitativa, descritiva e de estudo de caso. Para a análise dos dados, criou-se cinco categorias: gestão contábil e patrimonial do produtor rural; benefícios da <em>holding</em> patrimonial para sucessão e proteção dos bens; aspectos tributários e econômicos como fatores decisivos para constituição de <em>holding</em> patrimonial; desafios na constituição e operacionalização da <em>holding</em>; e resistência cultural e geracional à formalização patrimonial. Os resultados obtidos demonstraram que a constituição de uma <em>holding</em> patrimonial é viável a partir das percepções da contadora. A principal contribuição do estudo é oferecer subsídios práticos e ampliar o debate acadêmico sobre sucessão no agronegócio.</p> Gabriela Nunes Flores Cristiane Krüger Fernanda Anversa Copyright (c) 2026 Gabriela Nunes Flores, Cristiane Krüger, Fernanda Anversa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-04-02 2026-04-02 14 1 121 140 10.31512/gesto.v14i1.2379 TAXA DE CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL https://revistas.san.uri.br/revistas/index.php/gesto/article/view/2465 <p>Subjacente a todas as questões do planejamento empresarial, está na índole dos acionistas e dos administradores a questão do crescimento, pois para estes a empresa deve maximizar o crescimento, visando maior participação de mercado e como consequência todos esperam maiores lucros. Este olhar para a frente carrega riscos, uma vez que o crescimento exige muitos recursos financeiros. O presente artigo teve como objetivo calcular, por meio da modelagem de Van Horne e Wachovicz Jr. (2009), a provável situação financeira da empresa Bebidas Fruki S.A., para o ano de 2025, considerando fatores determinantes e usando como base os Demonstrativos Contábeis dos anos 2022, 2023 e 2024. O método científico empregado tem abordagem teórico-prática na qual, por meio da planilha Excel, foram criadas as simulações da Taxa de Crescimento Sustentável (<em>SGR</em>) da empresa eleita. Os cálculos realizados elucidam a aplicação prática das ferramentas de planejamento financeiro, que amparam o processo de tomada de decisões empresariais equilibradas. Os resultados das proposições analisadas, comprovam a eficácia das ferramentas de cálculo da taxa de crescimento sustentável na antecipação de cenários financeiros, mostrando que os achados estão em coerência com a teoria da <em>SGR</em>. A relevância do estudo se encontra principalmente no detalhamento da teoria desenvolvida para aplicação à vida real de uma empresa.</p> Isabel Teresinha Dutra Soares Nilo Valter Karnopp Copyright (c) 2026 Isabel Teresinha Dutra Soares, Nilo Valter Karnopp https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2026-04-02 2026-04-02 14 1 141 156 10.31512/gesto.v14i1.2465