PROFESSOR DO FUTURO: MEDIADOR, MENTOR OU FACILITADOR?
DOI:
https://doi.org/10.31512/missioneira.v22i2.2517Resumo
Este artigo teve como objetivo analisar como o professor contemporâneo passou a ser compreendido como mediador, orientador ou facilitador da aprendizagem, em contraste com o modelo centrado na transmissão de conteúdos. O tema abordou a reconfiguração do papel docente no cenário educacional contemporâneo, considerando a mediação pedagógica, a formação profissional para atuação em metodologias ativas e a relação entre vínculo pedagógico e aprendizagem significativa. Metodologicamente, tratou-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, realizada por meio da seleção, leitura e análise interpretativa de artigos científicos pertinentes ao recorte temático, com base em critérios de relevância, atualidade e aderência aos objetivos do estudo. A análise permitiu verificar que o professor deixou de ser concebido apenas como expositor de conteúdos e passou a assumir funções mais amplas, ligadas à organização de experiências formativas, ao acompanhamento discente e à construção de relações pedagógicas mais dialógicas. Também se observou que esse reposicionamento exigiu formação contínua, reflexão sobre a prática e apoio institucional, uma vez que as exigências da docência contemporânea ultrapassaram a dimensão estritamente instrucional. Concluiu-se que a redefinição do papel docente expressou mudanças mais amplas nas concepções de ensino e aprendizagem, reafirmando a centralidade do professor em bases mais interativas, relacionais e formativas.
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