SAÚDE DO HOMEM: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA A PROMOÇÃO DO BEM-ESTAR MASCULINO
DOI:
https://doi.org/10.31512/ricsb.v10i1.2255Palavras-chave:
“câncer”, “saúde do homem”, “políticas de saúde” e “estigmas”., “cancer”, “men’s health”, “health policies” and “stigmas”.Resumo
A saúde do homem ainda enfrenta diversos desafios, principalmente relacionados à baixa adesão aos serviços de saúde, estigmas sociais e ausência de uma cultura preventiva. Este artigo apresenta uma revisão narrativa da literatura científica sobre os principais agravos à saúde masculina, com destaque para o câncer de próstata, câncer de mama masculino, câncer de pênis, disfunção erétil e hiperplasia prostática benigna. O objetivo é promover reflexões sobre os obstáculos que dificultam o acesso dos homens aos serviços de saúde e propor estratégias de conscientização e promoção do autocuidado. A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem é discutida como marco importante, ainda que insuficiente. Observa-se que ações como o Novembro Azul devem ser contínuas e ampliadas para contemplar todas as dimensões da saúde do homem. A análise destaca a importância da educação em saúde, do acolhimento nas unidades de atenção primária e do enfrentamento dos estigmas de gênero como pilares para a melhoria dos indicadores de saúde masculina no Brasil.
Abstract
Men’s health still faces several challenges, especially related to low adherence to health services, social stigma, and lack of preventive culture. This article presents a narrative literature review on major male health issues, focusing on prostate cancer, male breast cancer, penile cancer, erectile dysfunction, and benign prostatic hyperplasia. The aim is to reflect on the obstacles that hinder men’s access to healthcare services and propose strategies for raising awareness and promoting self-care. The National Policy for Comprehensive Men’s Health Care is discussed as a significant, yet insufficient, milestone. Actions such as “Blue November” must be continuous and expanded to encompass all dimensions of male health. The analysis highlights the importance of health education, welcoming practices in primary care settings, and confronting gender-related stigma as key pillars for improving male health indicators in Brazil.
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